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domingo, 14 de agosto de 2011

Digo aos grandes.

Hoje é o primeiro dia dos pais que passo sem o meu ao meu lado. O luto já virou saudade, o que era motivo para lembrar com tristeza agora é motivo para lembrar com orgulho. Meu pai foi o orgulho da mãe, da mulher, dos filhos, dos amigos, da profissão. Oxalá eu seja como ele foi um dia. Bem humorado, humilde, simpático, fácil, flamenguista, filho de coração grande, marido companheiro, o pai melhor. Parabéns, Cerezo. Você não foi embora.

E aproveito para registrar os meus parabéns a outros pais grandes que eu conheço e tenho pra mim.
Tio Antônio, meu padrinho. O exemplo que eu quero seguir.
Moisés, o sogrão. Grande cara, coração ainda maior.
Lauro, pai do meu irmão Gabriel. Que figura única.
Humberto Nicoline, o Betinho. Irmão do meu pai também é pai pra mim. E ainda é pai do meu outro irmão Gabriel.
Meu vô Nelson, também já tá lá em cima vendo jogo com meu pai. Grande homem.
Telo, o tio que é pai. Prova para todo mundo que para ser pai não é preciso ter filhos.

O meu. Único no sorriso, na bronca, no amor sem impedimento. Era sempre gol com ele por perto. A gente se encontra na final.




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